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  • Corporate Governance Vision: CFO’s Navigating Market Volatility

    Corporate Governance Vision: CFO’s Navigating Market Volatility

    The past year has been a challenging one for CFOs and finance leaders as they try to balance economic uncertainty, supply chain disruption, and rising costs while remaining profitable. Recent months have stress-tested finance leaders, who are taking a direct hit from the mounting hardships. In this environment, finance leaders must quickly reduce costs to improve margins, proactively assess and mitigate risks, forecast accurately, and improve agility to navigate future disruption.

    According to Coupa's inaugural Strategic CFO Survey of 600 CFOs and finance leaders across North America and Europe, 90% reported increasing struggles to maintain a competitive edge, exacerbated by trade-offs between cutting costs and investing in growth. This is a challenging balancing act, especially when a business' spend is under heightened scrutiny. Ninety-one percent of respondents are concerned about hitting their sales forecasts in the next 6-12 months.

    Finance leaders are under unrelenting pressure to make sacrifices, including layoffs, despite their strong conviction that layoffs should remain a last resort. The survey found that 86% of CFOs and finance leaders say layoffs are a last resort to cut costs. With concerns ranging from hitting upcoming sales forecasts to a lack of visibility into company spend, one thing is clear: CFOs must get their finances in order if they want to make it through these uncertain times.

    Economic volatility calls for a strategy of managing costs intelligently, rather than hurrying to cut costs reactively. The ability to do this hinges on having a wealth of data that is accurate and timely to inform decision making. Resilient companies use intelligent spend data to execute in the present with urgency but in a way that reduces the risk of unintended long-term negative consequences.

    The survey found that nearly half (46%) of CFOs and finance leaders lack full visibility into spend data across their company. This lack of visibility poses a major roadblock to increasing efficiency, which is a top strategy cited by 53% of finance leaders to boost profitability.

    Legacy systems are also a major concern. These systems leave finance leaders vulnerable to blind spots and misguided assumptions when managing spend and making financial decisions. In fact, the survey found that just 46% of companies have proactive or predictive financial forecasting and risk management in their organization.

    To become best in class, digitization and automation are key. The survey found that 41% of CFOs and finance leaders say increasing digitization is among their top priorities in 2023. An overwhelming 93% of finance leaders agree that more automation would help their company better respond to today's economic challenges.

    Business Spend Management (BSM) platforms have emerged to empower finance leadership to better understand and influence how resources are being used across their company. BSM takes a holistic approach by capturing everything that comes before, during, and after the direct action of spending money. With increased visibility across all spend types, from cost of goods sold (COGS) to operating expenses, finance leaders are better able to make the informed decisions necessary to ensure their company remains competitive.

    In conclusion, CFOs and finance leaders are walking a tightrope, and their next steps are crucial. With a potential recession on the way, finance leaders should move now to optimize their organization's financial health and equip their company to respond faster and more strategically to disruption. The ability to contain costs smartly, rather than cutting costs broadly, will result in resilient companies that can plan long-term and execute in the present with a sense of urgency.

  • Aprender com o Futuro: Ver a Mudança Antes que Aconteça

    Aprender com o Futuro: Ver a Mudança Antes que Aconteça

    Artigo: Aprender com o Futuro: Ver a Mudança Antes que Aconteça – Parte do PFCC – Programa de Formação e Certificação de Conselheiros da @boardacademybr

    Antecipando a Mudança

    As empresas líderes estão mudando sua abordagem ao tomar decisões e definir suas estratégias, utilizando análise de dados e inteligência artificial (IA) para prever o futuro. Aprender com o futuro permite que as organizações identifiquem oportunidades que, de outra forma, passariam despercebidas e se preparem para riscos que seriam inesperados.

    No entanto, as estruturas organizacionais existentes, o conforto com o status quo e a tomada de decisão tradicional podem impedir que as empresas mudem e aprendam com o futuro. Para superar esses obstáculos, as empresas precisam ter uma visão mais ampla das possibilidades futuras, adotar uma abordagem ampla ao usar dados e tornar o aprendizado com o futuro uma capacidade fundamental.

    Além disso, as empresas estão explorando o crescimento sem fronteiras e a virtualização, expandindo seus horizontes e misturando mundos virtuais e físicos. A virtualização trará novas oportunidades de valor para as organizações e indivíduos, permitindo identificar novos canais de mercado e uma abordagem global para o mercado.

    Por fim, as empresas estão se tornando científicas, aproveitando a convergência das novas fronteiras da ciência para enfrentar desafios fundamentais do mundo. Adotar uma abordagem científica permitirá que as empresas aproveitem a próxima onda de inovação, criando produtos e serviços melhores, mais baratos e mais sustentáveis. Para evitar esse tipo de problema, é importante que as decisões sejam registradas e documentadas, incluindo uma explicação clara dos motivos e justificativas para cada decisão. Além disso, é importante que haja uma cultura de transparência e responsabilidade, onde os membros do Conselho de Administração sintam-se à vontade para questionar e discutir as decisões, sem medo de retaliação ou punição.

    Governança Corporativa

    No entanto, a governança corporativa é uma parte crucial desse processo de aprendizado com o futuro. A governança corporativa é o sistema pelo qual as empresas são administradas e monitoradas, garantindo que a empresa esteja alinhada aos interesses de seus acionistas e partes interessadas. A boa governança corporativa inclui princípios como transparência, responsabilidade, equidade e integridade.

    A gestão de riscos é importante para o futuro de uma empresa porque permite que ela identifique, avalie e gerencie os riscos que podem afetar seu desempenho e sua capacidade de atingir seus objetivos. Isso inclui riscos financeiros, operacionais, regulatórios, de mercado e de reputação.

    A gestão eficaz de riscos pode ajudar a proteger a empresa de perdas financeiras, de danos à sua reputação e de outros impactos negativos. Além disso, permite que a empresa identifique oportunidades de crescimento e desenvolvimento, bem como possibilidades para aprimorar suas práticas internas e processos.

    O Compliance é importante também para o futuro de uma empresa, e por vários motivos. Primeiro, ela ajuda a garantir que a empresa esteja em conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis, o que pode evitar sanções governamentais e ações judiciais. A conformidade com regulamentos é frequentemente vista como uma questão ética e pode afetar a reputação da empresa perante seus stakeholders, incluindo acionistas, clientes, fornecedores e a sociedade em geral.

    Em resumo, a governança corporativa, o gerenciamento de risco e a compliance são partes importantes do processo de aprendizado com o futuro. Alinhar a governança corporativa, o gerenciamento de risco e a compliance aos objetivos de aprendizado com o futuro permitirá que as empresas maximizem suas oportunidades e minimize seus riscos.

    Aprender com o futuro é crucial para o sucesso de uma empresa e deve ser uma prioridade para as líderes do setor. As empresas que adotarem o crescimento sem fronteiras, a virtualização e a abordagem científica, e que alinharem sua governança corporativa, gerenciamento de risco e compliance a esses objetivos, terão uma vantagem significativa e estarão preparadas para enfrentar os desafios do futuro.

  • 5 Management Tips with a Dash of Humor: A Recipe for a Positive and Productive Workplace

    5 Management Tips with a Dash of Humor: A Recipe for a Positive and Productive Workplace

    Creating a positive and productive work environment is key to the success of any organization. A supportive and thriving workplace can lead to increased employee satisfaction, motivation, and engagement, which in turn can drive organizational success. In this article, we'll explore five key management principles that can help create a positive and productive work environment. But don't worry, we won't be taking it too seriously. Instead, we'll be adding a bit of humor to make these principles more relatable and memorable. So, sit back, relax, and get ready to learn about how to create a happy and productive workplace with a smile!

    Communication.

    Good communication is the foundation of a positive and productive work environment. It's essential for building trust, resolving conflicts, and ensuring everyone is on the same page. Effective communication involves listening and speaking, as well as understanding and being understood.

    Managers can support communication by setting aside time for regular check-ins and team meetings, encouraging open and honest dialogue, and being transparent and straightforward in their own communications. They can also create channels for employees to provide feedback, and be responsive to employee needs and concerns.

    In addition to formal communication, informal communication, such as casual conversations and team-building activities, can also help build strong relationships and foster a supportive work environment.

    Trust and Empowerment.

    Trust is the glue that holds a positive and productive work environment together. When employees feel trusted and empowered, they are more likely to be motivated, engaged, and satisfied with their work. Trust also helps foster a sense of ownership and accountability, leading to higher levels of performance and innovation.

    Managers can support trust and empowerment by delegating tasks and responsibilities, giving employees the freedom to make decisions, and encouraging creativity and collaboration. They can also provide ongoing feedback and recognition to help employees feel valued and supported.

    It's important to remember that trust and empowerment are two-way streets. Managers must trust employees to do their jobs effectively, and employees must trust managers to provide the necessary resources and support

    Recognition and Reward.

    Recognition and reward play a significant role in shaping employee behavior and motivation. When employees are recognized for their achievements and contributions, they are more likely to feel valued and motivated to continue their good work. Rewards, such as bonuses or promotions, can further motivate employees by providing tangible incentives.

    Managers can support recognition and reward by setting clear performance expectations, providing regular feedback, and acknowledging and rewarding employees for their achievements. They can also create opportunities for employees to take on new challenges and stretch their skills.

    It's important to remember that recognition and reward should be tailored to the individual. What motivates one employee may not motivate another. Therefore, managers should take the time to understand what drives each employee and create recognition and reward programs that are tailored to their needs and motivations.

    Creating a Positive Culture.

    A positive culture is like the secret sauce of a happy and productive workplace. When employees feel like they are part of a supportive and fun team, they are more likely to be engaged, motivated, and committed to their work.

    Managers can create a positive culture by promoting a work-life balance, encouraging team-building activities, and creating a fun and relaxed atmosphere. For example, managers can organize regular office lunches, celebrate birthdays with cake, or have a ping pong table in the break room (because who doesn't love a good game of ping pong?).

    It's important to remember that a positive culture doesn't just happen on its own. Managers must actively promote and maintain it by encouraging a supportive and fun workplace, and leading by example.

    Encouraging Work-Life Balance.

    Lastly, Work-life balance is like a tightrope walk – it's all about finding the right balance between work and play. When employees have a healthy work-life balance, they are more likely to be focused, productive, and less likely to burn out.

    Managers can encourage work-life balance by promoting flexible working arrangements, such as telecommuting or flexible hours. They can also provide resources and support for employees to manage their time and stress, such as wellness programs, time-management workshops, or even nap rooms (because who doesn't love a good nap?).

    It's important to remember that work-life balance looks different for everyone. Managers should work with employees to understand their individual needs and support them in finding a healthy balance.

    Soooo, what?

    The five management principles we've discussed are like a recipe for a fantastic workplace – you need a pinch of Communication, a dash of Empowerment, a sprinkle of Recognition and Reward, a healthy dose of Positive Culture, and a generous helping of Work-Life Balance.

    Effective Communication is like the glue that holds a workplace together. It involves talking, listening, and sharing all the juicy details with your employees.

    Empowerment is like giving your employees superpowers – the authority and resources they need to get their work done and feel like heroes.

    Recognition and Reward are like the cherry on top of a productive workday. Managers can praise employees, set high expectations, and create opportunities for employees to show off their skills.

    Creating a Positive Culture is like adding the secret sauce to your workplace. Managers can promote a work-life balance, encourage team-building activities, and create a fun and relaxed atmosphere.

    Encouraging Work-Life Balance is like finding the perfect balance between work and play. Managers can promote flexible working arrangements, provide resources, and support for employees to manage their time and stress.

    So, these five principles are the key ingredients to a positive and productive work environment. So mix them together, add a touch of humor, and voila! You've got yourself a fantastic workplace.

  • Conselho de Administração e os desafios das decisões colegiadas.

    Conselho de Administração e os desafios das decisões colegiadas.

    [𝗔𝗿𝘁𝗶𝗴𝗼: Conselho de Administração e os desafios das decisões colegiadas] – Parte do PFCC – Programa de Formação e Certificação de Conselheiros da Board Academy Br

    Decisões Colegiadas no Conselho de Administração: um Olhar sobre seus Principais Desafios

    No contexto de gestão de uma empresa, o Conselho de Administração é responsável por tomar decisões estratégicas e monitorar a gestão da diretoria executiva. É composto por membros eleitos ou indicados, que devem atuar de forma colegiada para garantir o sucesso da empresa. As decisões colegiadas são aquelas que são tomadas por consenso ou por maioria, em vez de por um indivíduo ou grupo, e são fundamentais para o funcionamento do Conselho de Administração.

    Entretanto, alcançar decisões colegiadas nem sempre é uma tarefa fácil. Há vários desafios que precisam ser superados para que as decisões sejam justas e equilibradas, e que reflitam a diversidade de perspectivas e conhecimentos dos membros do Conselho de Administração. Neste artigo, serão abordados alguns dos principais desafios enfrentados pelo Conselho de Administração ao tentar alcançar decisões colegiadas, e como esses desafios podem ser superados.

    Desafio 1: Diferenças de opinião

    Uma das maiores barreiras para alcançar decisões colegiadas no Conselho de Administração é a existência de diferenças de opinião entre os membros. Isso pode ocorrer devido a diferenças de experiência, conhecimento ou perspectiva. É natural que os membros do Conselho de Administração tenham opiniões diferentes sobre a melhor forma de conduzir a empresa, mas essas diferenças de opinião precisam ser superadas para que uma decisão colegiada possa ser alcançada.

    Para superar este desafio, é importante que os membros do Conselho de Administração estejam dispostos a ouvir uns aos outros, a respeitar as diferenças de opinião e a trabalhar juntos em direção a um objetivo comum. É fundamental que haja uma comunicação clara e aberta, bem como a capacidade de lidar com conflitos de maneira efetiva. Além disso, é importante que as informações relevantes sejam compartilhadas com todos os membros do Conselho de Administração, para que todos possam ter uma compreensão completa da situação e possam tomar uma decisão informada.

    Desafio 2: Falta de transparência e responsabilidade

    Outro fato importante é a falta de transparência e responsabilidade na tomada de decisões colegiadas. Quando as decisões são tomadas de forma opaca, sem explicações claras ou justificativas, fica difícil para os membros do Conselho de Administração entender o processo e a lógica por trás da decisão. Isso pode levar a questionamentos, desconfianças e, em casos graves, ao descrédito da instituição.

    Para evitar esse tipo de problema, é importante que as decisões sejam registradas e documentadas, incluindo uma explicação clara dos motivos e justificativas para cada decisão. Além disso, é importante que haja uma cultura de transparência e responsabilidade, onde os membros do Conselho de Administração sintam-se à vontade para questionar e discutir as decisões, sem medo de retaliação ou punição.

    Desafio 3: Falta de equilíbrio de poder

    Outro fator que pode prejudicar a tomada de decisões colegiadas no Conselho de Administração é a falta de equilíbrio de poder entre os membros. Quando alguns membros têm mais influência ou poder do que outros, é possível que suas opiniões sejam priorizadas, enquanto as opiniões dos outros membros sejam ignoradas ou subestimadas. Isso pode levar a decisões desequilibradas e injustas, que não reflitam a diversidade de perspectivas e conhecimentos dos membros do Conselho de Administração.

    Para superar esse desafio, é importante que as regras e procedimentos para a tomada de decisões colegiadas sejam claros e justos, e que todos os membros tenham a mesma oportunidade de expressar suas opiniões e participar do processo. Além disso, é importante que haja uma cultura de igualdade e respeito, onde todos os membros sejam valorizados e respeitados, independentemente de sua posição ou influência na instituição.

    Em conclusão, as decisões colegiadas são de extrema importância para o sucesso de uma instituição, especialmente no que se refere ao Conselho de Administração. É por meio dessas decisões que a instituição é dirigida e seus objetivos são alcançados. No entanto, para que as decisões sejam efetivas, é necessário superar alguns obstáculos que frequentemente surgem, como divergências de opinião, falta de transparência e responsabilidade, e desequilíbrio de poder. É fundamental que se crie uma cultura de transparência e responsabilidade, onde todos os membros do Conselho de Administração tenham a oportunidade de expressar suas opiniões e participar do processo de tomada de decisões. Além disso, é importante que haja equidade e respeito entre os membros, para que todas as perspectivas e conhecimentos sejam valorizados e considerados na hora de tomar uma decisão coletiva.

  • “The Economics of Innocent Fraud”​

    “The Economics of Innocent Fraud”​

    I recently had the opportunity to read "The Economics of Innocent Fraud" by John Kenneth Galbraith, and I found it to be a thought-provoking and insightful work that offers a critical examination of modern capitalism and its impact on Corporate Governance. The book provides a nuanced and realistic understanding of the role of the market and government in the economy, and highlights the limitations of conventional wisdom in economics.

    One area where this is particularly relevant is in the realm of corporate governance and compliance. Corporate governance refers to the system by which companies are directed and controlled, and compliance refers to the adherence to laws and regulations. In recent years, there has been a growing recognition of the importance of these issues, as numerous corporate scandals have demonstrated the need for stronger corporate governance and more effective compliance mechanisms.

    Galbraith's analysis of the economics of innocent fraud provides a useful framework for understanding why corporate governance and compliance are so important. He argues that the narrow and unrealistic view of the market and its role in society that dominates the economics profession has led to a widespread acceptance of policies that are detrimental to the interests of ordinary people. This includes policies that prioritize the interests of corporations and their owners over the interests of employees, consumers, and the general public.

    In the context of corporate governance and compliance, this means that companies have been allowed to prioritize their own interests over the interests of their stakeholders. This has led to a situation where companies often prioritize short-term profits over long-term sustainability, and where they are more concerned with avoiding regulatory penalties than with doing the right thing.

    However, there is growing recognition of the need for change in this area. The recent focus on corporate social responsibility and sustainable business practices is a reflection of this, as is the growing number of regulations aimed at ensuring that companies are held accountable for their actions.

    Galbraith's analysis of the economics of innocent fraud provides a valuable perspective on the challenges facing corporate governance and compliance in the modern world. By exposing the limitations of conventional wisdom in economics and the negative impact of policies that prioritize the interests of corporations over the interests of society, it highlights the need for a more equitable and sustainable form of capitalism that prioritizes the needs of all stakeholders.

  • ESG | Capitalismo Consciente & Sustentabilidade

    ESG | Capitalismo Consciente & Sustentabilidade

    [𝗔𝗿𝘁𝗶𝗴𝗼: ESG | Capitalismo Consciente & Sustentabilidade] – Parte do PFCC – Programa de Formação e Certificação de Conselheiros da Board Academy Br

    ESG – Desenvolvimento com responsabilidade.

    ESG (Environmental, Social & Governance) refere-se aos três principais fatores que os investidores usam para avaliar a sustentabilidade e o impacto ético de uma empresa. Sendo uma estrutura para medir o impacto de uma empresa no meio ambiente, na sociedade e nas comunidades em que opera, bem como nas práticas de governança e negócios da empresa.

    A sustentabilidade, por outro lado, refere-se à capacidade de uma empresa atender às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender às suas próprias necessidades. Sustentabilidade é um conceito amplo que engloba considerações ambientais, sociais e econômicas.

    Os pilares do Capitalismo Consciente estão centrados na criação de valor para todas as partes interessadas, não apenas para os acionistas. Eles incluem um propósito maior, orientação para as partes interessadas, liderança consciente e uma cultura consciente.

    Um propósito maior refere-se à missão de uma empresa além de apenas obter lucro. As empresas de Capitalismo Consciente acreditam que os negócios têm o poder de causar um impacto positivo no mundo e criar valor para todas as partes interessadas, incluindo funcionários, clientes, comunidades e meio ambiente.

    A orientação para as partes interessadas envolve a consideração do impacto das decisões de negócios em todas as partes interessadas, não apenas nos acionistas. Isso inclui considerar o impacto de longo prazo no meio ambiente, no bem-estar dos funcionários e nas comunidades nas quais a empresa opera.

    A liderança consciente envolve o foco na criação de valor para todas as partes interessadas, na tomada de decisões éticas e no compromisso de criar um impacto positivo no mundo. Líderes conscientes entendem que suas ações têm um impacto significativo no sucesso da empresa e da sociedade como um todo.

    Uma cultura consciente é aquela em que os funcionários são capacitados para agir de acordo com o propósito maior e os valores da empresa. Ela promove um ambiente de trabalho positivo e incentiva os funcionários a contribuir para o sucesso da empresa, ao mesmo tempo em que causa um impacto positivo no mundo.

    Logo, ESG, sustentabilidade e Capitalismo Consciente são conceitos inter-relacionados que estão ganhando cada vez mais atenção de investidores e consumidores. As empresas que adotam uma abordagem de Capitalismo Consciente estão comprometidas em criar valor para todas as partes interessadas, incluindo o meio ambiente e a sociedade, e acreditam que os negócios têm o poder de causar um impacto positivo no mundo.

    Governança Corporativa e ESG.

    O papel do conselho de administração na definição e supervisão da estratégia de sustentabilidade é crucial para o sucesso de longo prazo de uma empresa. A sustentabilidade tornou-se um aspecto cada vez mais importante nos negócios nos últimos anos, pois espera-se que as empresas não apenas gerem lucros, mas também operem de maneira ambiental e socialmente responsável.

    O conselho de administração é responsável por definir a direção geral e a estratégia da empresa. Isso inclui o desenvolvimento de uma estratégia de sustentabilidade alinhada aos valores e objetivos da empresa e que atenda às necessidades das partes interessadas, incluindo acionistas, funcionários, clientes e meio ambiente.

    O conselho deve garantir que a sustentabilidade seja integrada a todos os aspectos das operações da empresa, desde o desenvolvimento de produtos e gerenciamento da cadeia de suprimentos até o marketing e as comunicações. Eles também devem avaliar os riscos e oportunidades potenciais associados às iniciativas de sustentabilidade e garantir que a empresa tenha os recursos e suporte necessários para implementá-las de maneira eficaz.

    Além disso, o conselho deve monitorar o progresso das iniciativas de sustentabilidade da empresa e revisar e ajustar regularmente a estratégia conforme necessário. Isso pode envolver o rastreamento de indicadores-chave de desempenho, como reduções de emissões, conservação de água e redução de resíduos, e garantir que a empresa esteja cumprindo suas metas de sustentabilidade.

    O conselho também deve se envolver com as partes interessadas, incluindo investidores, clientes e funcionários, para entender suas perspectivas sobre sustentabilidade e o impacto das operações da empresa no meio ambiente e na sociedade. Isso pode ajudar a identificar novas oportunidades para a empresa causar um impacto positivo e fornecer informações valiosas sobre o desempenho de sustentabilidade da empresa.

    Em conclusão, o conselho de administração desempenha um papel crítico na definição e supervisão da estratégia de sustentabilidade de uma empresa. Ao garantir que a sustentabilidade seja integrada a todos os aspectos das operações da empresa, monitorando o progresso e engajando as partes interessadas, o conselho pode ajudar a impulsionar o sucesso a longo prazo e garantir que a empresa opere de maneira ambiental e socialmente responsável.

  • Indicadores de desempenho: uma ferramenta chave de gerenciamento para suporte estratégico.

    Indicadores de desempenho: uma ferramenta chave de gerenciamento para suporte estratégico.

    No cenário de negócios competitivo de hoje, é crucial que as organizações avaliem e otimizem continuamente seu desempenho. É aqui que entram os indicadores de desempenho. Os indicadores de desempenho são métricas que as organizações usam para medir e acompanhar o sucesso de suas operações e atividades. Esses indicadores fornecem uma imagem clara e concisa do desempenho de uma organização e podem ajudar a identificar áreas de melhoria.

    Os indicadores de desempenho desempenham um papel crítico no apoio à gestão estratégica. Eles fornecem uma base para a tomada de decisões informadas e ajudam as organizações a alinhar suas atividades com sua estratégia geral. Os indicadores de desempenho ajudam gerentes e líderes a tomar decisões baseadas em dados e avaliar o impacto de suas ações. Isso lhes permite medir o progresso e fazer os ajustes necessários para garantir que estão atingindo suas metas e objetivos.

    Existem diferentes de indicadores de desempenho, desde indicadores financeiros, como receita e lucratividade, até indicadores não financeiros, como satisfação do cliente e engajamento dos funcionários. É importante que as organizações escolham os indicadores de desempenho corretos que estejam alinhados com suas metas e objetivos específicos. Isso ajuda a garantir que as métricas usadas sejam relevantes e significativas para a organização.

    O uso de indicadores de desempenho também ajuda as organizações a identificar tendências e padrões em suas operações. Isso pode levar ao desenvolvimento de novas estratégias e à implementação de novos processos para melhorar o desempenho. Ao acompanhar o desempenho ao longo do tempo, as organizações podem medir o impacto de seus esforços e tomar decisões informadas sobre como alocar recursos e fazer melhorias.

    Os KPIs são personalizados para se alinharem aos objetivos de negócios, setor e público-alvo específicos de uma organização. Eles são usados para acompanhar o progresso em áreas como vendas, satisfação do cliente, eficiência operacional e engajamento dos funcionários. Ao monitorar KPIs, as organizações podem identificar rapidamente áreas de sucesso e áreas de melhoria.

    Um dos principais benefícios dos KPIs é que eles fornecem uma medida objetiva de desempenho. Eles ajudam as organizações a priorizar seus esforços e recursos, destacando as áreas que requerem atenção. Por exemplo, se o KPI de uma organização para satisfação do cliente for baixo, isso pode indicar a necessidade de melhorar o atendimento ao cliente ou a qualidade do produto.

    KPIs também são úteis para gerenciar e motivar funcionários. Ao definir metas e monitorar o progresso em direção a elas, os funcionários podem ver suas contribuições individuais para o sucesso da organização. Isso pode levar a uma maior motivação e satisfação no trabalho.

    Mais além, é uma ferramenta valiosa para comunicar o desempenho às partes interessadas, incluindo acionistas, funcionários e clientes. Ao apresentar os KPIs de maneira clara e concisa, as organizações podem demonstrar seu compromisso com a melhoria contínua e fornecer transparência em seu desempenho.

    Em conclusão, os KPIs são uma ferramenta chave de gestão que apoia as organizações na consecução dos seus objetivos estratégicos. Eles fornecem uma medida objetiva de desempenho, ajudam a priorizar esforços e recursos, motivam os funcionários e comunicam o desempenho às partes interessadas. As organizações devem revisar e ajustar regularmente seus KPIs para garantir que continuem alinhados com suas metas e objetivos.

  • Papel do Conselho Consultivo

    Papel do Conselho Consultivo

    [𝗔𝗿𝘁𝗶𝗴𝗼: O papel do Conselho Consultivo] – Parte do PFCC – Programa de Formação e Certificação de Conselheiros da Board Academy Br]

    Papel dos Conselhos Consultivos

    Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, IBGC, a Governança Corporativa é um método de organização administrativa que visa controlar a gestão de empresas públicas ou privadas, envolvendo de forma transparente gestores, sócios, investidores, conselheiros, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas.

    O Conselho Consultivo diferente do Conselho de Administração que atua diretamente na organização, tem um papel aconselhamento profissional sobre determinado tópico.

    A função essencial de um conselho consultivo é ser o terceiro imparcial dentro do processo, que pode ser qualquer coisa, desde uma caixa de ressonância até um fiscal da organização. Os conselhos consultivos podem fornecer informações sobre projetos específicos, como escolhas de melhores tecnologias, ou podem esclarecer suas condições de mercado e personas de compradores para ajudá-lo a adaptar seu produto ou mensagem ao seu público. Eles podem até compartilhar seus conhecimentos especializados sobre domínios profissionais fora do seu, como assuntos governamentais e regulatórios.

    Portanto, o conselho consultivo é um grupo de especialistas que emprestam suas habilidades, orientação e conhecimento a uma organização (corporativa, sem fins lucrativos ou associação). Em suma, um conselho consultivo serve ao propósito de seu nome – oferecer conselhos que ajudem uma organização a crescer e atingir seus objetivos.

    Conselhos Consultivos: uma entrada para a Governança Corporativa

    Muitas empresas iniciam o processo de melhoria de sua Governança Corporativa com a instalação de um Conselho de Consultivo, não previsto no Estatuto ou Contrato Social, com um papel não deliberativo, mas apenas aconselhador da gestão. Como regra, não está apto a deliberar, tendo como objetivo o aconselhamento de diretrizes que podem ou não ser aceitas pelos sócios e administradores. Em caso de atuação deliberativa, onde determina ações, praticará como um Conselho de Administração, assumindo assim os deveres e responsabilidades legais.

    Conselhos Consultivos e suas obrigações

    Diferente do Conselho de Administração que é embasado por lei (Lei 6.404/76 Lei das S/A), o Conselho Consultivo não está sujeito a regulação do CVM e não imposto aos deveres fiduciários (diligência, transparência e informação, e sigilo). Assim, se faz necessário em algumas ocasiões acordos entre conselheiros e sócios, tais como: non-compete ou non-disclosure. Porém, não está isento sobretudo da ética profissional.

    Logo, o Conselho Consultivo não responde legalmente pela corporação uma vez que seu papel é de aconselhamento e consulta.

    Os deveres básicos dos Conselheiros Consultivos

    Existem três deveres básicos os quais são esperados dos membros de um conselho consultivo:

    ·      Dever de Cuidar

    ·      Dever de Lealdade

    ·      Dever de Obedecer

    Dever de cuidar –

    Este dever está ligado intimamente a palavra comprometimento. Portanto, tudo que está ligado ao fortalecimento de comitês, estar preparado, ser pontual e presente em todas as reuniões, acompanhar os pontos discutidos e sugestões e acima de tudo, manter uma discurso aberto e limpo com o diretor executivo. Seguir as diretrizes do regimento interno do Conselho Consultivo da empresa é premissa para que os trabalhos sejam conduzidos de maneira objetiva e satisfatória.

    Dever de Lealdade –

    O respeito aos princípios e regras que norteiam a honra e a probidade da empresa como também a fidelidade aos compromissos assumidos perante o conselho devem estar entre os objetivos de um Conselheiro Consultivo. Deve ser leal com o seu papel e a empresa, sendo isento pela busca de interesses próprios ou dos sócios. Para tal, se faz necessário entender e acreditar na missão, visão, valores e propósitos da empresa.

    Dever de Obedecer –

    Este tópico é diretamente relacionado aos acordos societários e os documentos de governança corporativa da empresa. Dentro deles estão inclusos: Código de ética, Códigos de Conduta Corporativa, Contrato Social e outros. O conselheiro consultivo deve obedecer às normas vigentes e diretrizes, atuando para que sejam respeitadas e cumpridas.

  • O papel da comunicação e liderança na Governança Corporativa

    O papel da comunicação e liderança na Governança Corporativa

    [𝗔𝗿𝘁𝗶𝗴𝗼: O papel da comunicação e liderança na Governança Corporativa] – Parte do PFCC – Programa de Formação e Certificação de Conselheiros da Board Academy Br

    Governança Corporativa – Conselho de Administração e Conselho Consultivo

    Responsável pelas principais deliberações e decisões estratégicas do negócio, além de agir conforme os interesses da instituição, o Conselho de Administração também é responsável pelo monitoramento da diretoria e realizar a ponte entre os diretores e sócios. Então, o papel do conselho de administração é dirigir, proteger e permitir o trabalho da organização

    Por outro lado, em sua forma mais simples, os conselhos consultivos são grupos de especialistas no assunto. O papel de um conselho consultivo é fornecer à equipe de liderança de uma empresa orientação sobre a visão da empresa, inovação, gerenciamento de riscos e lucratividade. Embora forneçam conselhos à administração, eles não possuem autoridade para votar em assuntos corporativos.

    Em ambos os casos um elemento chave é a comunicação, e o Líder deve ser o maestro da orquestra, se comunicando de maneira efetiva para alcançar os objetivos do Board.

    O papel da Liderança nos Conselhos de Administração

    Os Conselhos de Administração sãos liderados por Presidentes, e se necessário vice-presidentes, diretores e secretários a depender do porte da empresa. O presidente deve liderar e conduzir as reuniões de forma concisa e transparente, com uma agenda prévia sobre os objetivos da reunião. Além de controlar o ritmo dos debates, avaliar os demais conselheiros e CEO também estão sob seu escopo. Em adição, cria comitês com objetivos específicos, como por exemplo comitê de Finanças.

    Um atributo fundamental para o sucesso de um líder é a comunicação, e dentro da governança corporativa não é diferente. As habilidades de comunicação ajudam os líderes a definir claramente os objetivos dos membros do conselho. Também ajuda a entender os objetivos, pontos de vista e experiencia da equipe, extraindo de cada um o seu melhor. Habilidades de comunicação eficazes também ajudam a promover um relacionamento aberto e bom entre os líderes e seus conselhos, o que aumenta a produtividade e a eficiência.

    Um líder é alguém que inspira as pessoas a pensar, e assim, trazer mudanças positivas e incrementais, capacitando aqueles ao seu redor para trabalhar em direção a objetivos comuns. A ferramenta mais poderosa de um líder para fazer isso é a comunicação. Quando falta comunicação, informações importantes podem ser mal interpretadas, prejudicando os relacionamentos e, por fim, criando barreiras que impedem o progresso.

    Para aprimorar suas capacidades de liderança, aqui estão sete habilidades de comunicação que acredito serem pertinentes ao seu desenvolvimento.

    Escuta ativa

    Líderes de alta performance sabem o momento que precisam falar e, mais importante, quando precisam ouvir. Um bom comunicador se importa pedindo opiniões, ideias e feedback do seu conselho. E quando eles compartilharem, se envolva ativamente na conversa fazendo perguntas, convidando-os a elaborar e faça anotações (interações).

    É importante focar no momento e evitar interromper. Mantenha seu foco no interlocutor e no que ele está dizendo. Para conseguir isso, você também precisa eliminar quaisquer distrações, incluindo mensagens de texto constantes em seu telefone celular ou checar e-mails recebidos

    Clareza

    Ao se comunicar com o conselho, fale em detalhes e certifique-se que todos estão na mesma página. Defina o resultado desejado de um projeto ou iniciativa estratégica e seja claro sobre o que deseja ver alcançado ao final de cada reunião. Se os objetivos do encontro não estiverem sendo alcançados, tente simplificar ainda mais sua mensagem ou pergunte como você pode fornecer mais clareza. Quanto mais claro você for, menos confusão haverá em torno das prioridades. Os conselheiros saberão no que estão trabalhando e se sentirão mais envolvidos no processo.

    Empatia

    A empatia e a comunicação andam lado a lado. É uma das principais habilidades de liderança necessária para o sucesso. Quanto melhor você reconhecer e entender os sentimentos e experiências, mais ouvidos e valorizados eles se sentirão.

    Adaptabilidade

    É essencial identificar seu estilo de liderança, para que você possa entender melhor como está interagindo e sendo percebido pelo Conselho de Administração. Se você é um líder autoritário, provavelmente tem uma visão clara para alcançar o sucesso e alinhar sua equipe de acordo. Embora seja uma abordagem eficaz para alguns, pode ser um fracasso para outros que buscam mais autonomia em sua função. As motivações de cada membro são diferentes, portanto, saber como adequar sua comunicação é essencial para influenciar outras pessoas e atingir as metas organizacionais.

    Transparência

    Ao falar abertamente sobre os objetivos, oportunidades e desafios da empresa, os líderes podem criar confiança entre sua equipe e promover um ambiente onde os membros do conselho se sintam capacitados para compartilhar suas ideias e colaborar. Apenas reconhecer os erros pode encorajar a experimentação e criar um espaço seguro para a resolução ativa de problemas. Cada indivíduo deve entender o papel que desempenha no sucesso da empresa. Quanto mais transparentes forem os líderes, mais fácil será para os funcionários fazer essa conexão.

    Linguagem Corporal

    A comunicação não é apenas o que você diz; é como você se comporta perante seu interlocutor. O impacto da comunicação vem também de dicas não verbais. Para garantir uma boa comunicação, concentre-se também em sua linguagem corporal. Se você está tentando inspirar alguém, faça contato visual para estabelecer interesse e empatia e mostre um sorriso genuíno para transmitir cordialidade e confiança.

    Feedback

    Pedir feedback de sua equipe pode não só o ajudará a crescer como líder, mas também cria uma relação de confiança entre seus membros. É fundamental, porém, que você não apenas ouça o feedback. Você também precisa dar um retorno ao seu interlocutor da mesma maneira. Se você continuar recebendo feedback de seus membros, mas não implementar nenhuma mudança, eles perderão a fé em sua capacidade de liderar. É provável que haja comentários sobre os quais você não possa agir imediatamente, mas sempre seja transparente sobre isso. Ao deixar os membros do conselho de administração saberem que foram ouvidos e, em seguida, informá-los sobre qualquer progresso que você possa fazer ou fazer, eles sentirão que você valoriza a perspectiva deles e leva a sério a melhoria.

    Melhorando sua comunicação e liderança

    A comunicação é o pilar da liderança eficaz. Se você deseja influenciar e inspirar sua equipe, precisa praticar a empatia e a transparência e entender como os outros o percebem, por meio de suas dicas verbais e não verbais. Para tal, existem diversos cursos de liderança, inclusive aqui no LinkedIn.

  • Ética e Governança Corporativa: Por que isso importa?

    Ética e Governança Corporativa: Por que isso importa?

    [𝗔𝗿𝘁𝗶𝗴𝗼: Ética e Compliance] – Parte do PFCC – Programa de Formação e Certificação de Conselheiros da Board Academy Br

    Ética e Governança Corporativa: Por que isso importa?

    Ética em Governança Corporativa refere-se aos processos e políticas que uma empresa adota para lidar com questões relativas à forma como é administrada e conduz os negócios no dia a dia. É importante lembrar que as empresas existem primordialmente para criar um produto ou serviço, que é utilizado para gerar lucro. No entanto, essa intenção deve ser equilibrada com controles que garantam que a empresa busque o lucro sem cruzar a linha para o domínio do comportamento antiético.

    Ética e o conselho administrativo.

    No passado, muitas empresas exploraram suas posições de mercado para inibir a concorrência ou até mesmo ameaçar as populações locais, a ética tem papel fundamental na governança corporativa pois é a ferramenta para evitar que isso aconteça.

    Uma política de governança corporativa também deve abranger a conduta esperada dos membros seniores de uma empresa, por exemplo, o diretor executivo, o conselho de administração e outros gerentes seniores, que geralmente são vistos como isentos das políticas normais aplicadas na empresa.

    A governança corporativa é um assunto multifacetado com muitas camadas de complexidade. Uma parte importante da governança corporativa lida com responsabilidade, dever fiduciário e mecanismos de auditoria e controle.

    Os investidores podem estar preocupados apenas com o desempenho e os lucros de uma empresa, mas a má governança corporativa pode ser sintomática de problemas maiores com a empresa. Por exemplo, antes do colapso da Americanas, acredita-se que os gestores da empresa e seus associados arbitrariamente alteraram contabilmente a forma de reconhecer débitos bancários, como se fossem débitos juntos aos fornecedores. Embora essa ação por si só não tenha sido suficiente para causar o colapso da empresa (pelo menos até o momento), foi uma indicação clara de que os controles internos falharam, o que obviamente significava que outros abusos muito maiores eram possíveis, o que acabou levando à empresa uma investigação.

    Qual é o papel da ética na governança corporativa?

    Atualmente o mundo corporativo multinacional, de acordo com pesquisas de opinião pública, não é “altamente confiável”. Muitos casos de corrupção e de má conduta foram divulgados na mídia, como o escandaloso Dieselgate da Volkswagen americana ou até mesmo o Petrolão na Petrobrás.

    A Ética tem papel fundamental para incentivar comportamentos positivos na administração e governança corporativa, fazendo uma base sólida de confiança que traz sucesso e sustentabilidade dos negócios a longo prazo. Também ajuda as empresas a ganhar mais respeito, a moeda social e cultural intangível – mas muito valiosa – pela qual as empresas podem:

    ·        Torne-se autoridade no segmento que atua para impulsionar negócios e conquistar participação de mercado;

    ·        Ganhar e manter negócios;

    ·        Reunir apoio, financiamento e opinião pública positiva;

    ·        Por consequência aumentar as receitas de uma empresa e a viabilidade no longo prazo.

    Felizmente, muitas empresas modernas estão cientes dos benefícios da ética na governança corporativa e desejam operar “da maneira certa”, seguindo regras de governança que levam aos princípios da governa corporativa moderna:

    Responsabilidade
    Transparência
    Imparcialidade
    Responsabilidade
    Gerenciamento de Riscos

    As empresas que usam planos corporativos com foco ético seguem um conjunto de valores bem definidos e evitam problemas comuns na governança corporativa, incluindo má administração, não conformidade e fraude.

    As regras estabelecidas por um conselho de administração diversificado ajudam as empresas a ver as necessidades de todas as partes interessadas e a criar planos que atendam às necessidades de hoje e do futuro, de forma equitativa. Como resultado, essas empresas estão aumentando os níveis de confiança interna e externa, em benefício das partes interessadas.

    Quando se trata de ética na governança corporativa, os seguintes aspectos devem ser considerados: ambientalismo, remuneração, risco, ética e estratégia corporativa. A governança corporativa é uma questão importante para as empresas de hoje, grandes médias e pequenas.